obrigada amor pelo dia de ontem.
foi tudo tão bom!
e pelos últimos 365 dias...
e pelos últimos 18 anos...
não foi sempre bom mas valeu sempre a pena. principalmente para chegar onde estamos agora.
sábado, 3 de janeiro de 2009
obrigada amiga por teres partilhado comigo a tua intimidade da maneira como o fizeste hoje à tarde. gosto muito de partilhar a minha e gosto quando os outros partilham a deles comigo. para mim é uma grande prova de confiança que dou e que recebo.
adoro essa sensação de confiança e o sentimento de comunhão que se estabelece nessa partilha.
é engraçado como apesar de só nos conhecermos há um ano e de vivermos em mundos tão diferentes, conseguimos ter tantos aspectos em comum que vamos descobrindo nestes momentos.
adoro essa sensação de confiança e o sentimento de comunhão que se estabelece nessa partilha.
é engraçado como apesar de só nos conhecermos há um ano e de vivermos em mundos tão diferentes, conseguimos ter tantos aspectos em comum que vamos descobrindo nestes momentos.
domingo, 28 de dezembro de 2008
"desculpa". quando vi esta mensagem no meu telemóvel pensei que finalmente (talvez imbuido pelo espirito da época) vinhas redimir-te do que tinhas feito. pensei que finalmente tinhas tomado a coragem que já devias ter tido há tanto tempo para tentar corrigir o sofrimento que me provocaste. afinal não era tua a mensagem e voltei a pensar e a tentar perceber os motivos de teres tido tal atitude
domingo, 14 de dezembro de 2008
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
"the secret of life is to have no fear"
vi há dias esta frase num blog e apesar de não ser uma grande descoberta, lembrei-me de como é diferente quando sentimos a sensação de liberdade que é não termos medo.
coincidência ou não, encontrei na passada segunda feira nos jardins do palácio de cristal, a seguinte frase de péricles numa estátua:
"o segredo da felicidade está na liberdade.
o segredo da liberdade está na coragem"
não sou corajosa, mas já senti por algumas vezes esta sensação de liberdade, ou mais propriamente a libertação do medo. o mundo não se torna mais seguro ou a nossa vida menos incerta mas deixa-nos uma sensação de leveza e profunda alegria.
lembro-me há cerca de 3 anos quando atravessava um periodo de forte desmotivação profissional, a segurança material que ambicionava deixou de fazer tanto sentido para mim. este desapego fez-me deixar de ter medo de a perder e consequentemente deixei de ter medo de errar, de não ser perfeita, de não conseguir sempre solução para tudo etc. libertou-me da prisão em que eu propria me tinha colocado.
numa outra altura, há muito tempo, foi precisamente o contrário: após um periodo em que vivi tão intensamente, sentia-me tão completa, com uma sensação de satisfação plena que me fazia pensar que se morresse no dia seguinte já tinha valido a pena. foi a sensação de felicidade e de plenitude que me fez perder o medo da morte.
agora já não pensa tanto assim, em parte pelo sofrimento que eventualmente iria causar aos que sentiriam a minha falta e em parte porque ainda quero usufruir ao máximo a oportunidade que é viver esta vida.
no entanto há ainda tantos outros medos que me prendem.
vi há dias esta frase num blog e apesar de não ser uma grande descoberta, lembrei-me de como é diferente quando sentimos a sensação de liberdade que é não termos medo.
coincidência ou não, encontrei na passada segunda feira nos jardins do palácio de cristal, a seguinte frase de péricles numa estátua:
"o segredo da felicidade está na liberdade.
o segredo da liberdade está na coragem"
não sou corajosa, mas já senti por algumas vezes esta sensação de liberdade, ou mais propriamente a libertação do medo. o mundo não se torna mais seguro ou a nossa vida menos incerta mas deixa-nos uma sensação de leveza e profunda alegria.
lembro-me há cerca de 3 anos quando atravessava um periodo de forte desmotivação profissional, a segurança material que ambicionava deixou de fazer tanto sentido para mim. este desapego fez-me deixar de ter medo de a perder e consequentemente deixei de ter medo de errar, de não ser perfeita, de não conseguir sempre solução para tudo etc. libertou-me da prisão em que eu propria me tinha colocado.
numa outra altura, há muito tempo, foi precisamente o contrário: após um periodo em que vivi tão intensamente, sentia-me tão completa, com uma sensação de satisfação plena que me fazia pensar que se morresse no dia seguinte já tinha valido a pena. foi a sensação de felicidade e de plenitude que me fez perder o medo da morte.
agora já não pensa tanto assim, em parte pelo sofrimento que eventualmente iria causar aos que sentiriam a minha falta e em parte porque ainda quero usufruir ao máximo a oportunidade que é viver esta vida.
no entanto há ainda tantos outros medos que me prendem.
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